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Não sou brasileira nem gaúcha, sou de Ipanema.
Coisas da minha infância e adolescência:
Nadir Tarrasconi;
Mutuca, Eclésio, Gordo Pata e Rui “o Vermelho” (vagabundos do calçadão);
O Glávio, sem dúvida, é uma figura folclórica de Ipanema;
O Lulu Perna-Curta pode não ser folclórico, mas é lendário;
Zé Barbeiro, na Imperial, todos o chamavam de Zé Facão;
Não dá para esquecer do Torto ( Seu Orlando) e do velho Matias, pai do Marçal;
O Bar do Xerife, A Tenda do seu Jorge, La Mantovana;
O bar do Seu Vale;
O Bar do Alberto, que hoje é o comercio mais antigo de Ipanema; O Bondinho, o Pato Branco, a Casa de Chá, o BatNativo, a Choupana;
O vendedor de cachorro quente da beira da praia, vulgo Sr. Ventania;
O tigrão era o dono do Pato Branco. Mas antes de ele recomeçar com a Cervejaria Tigrão, ele batalhou muito tempo na esquina da Av. Guaiba com a Mampituba, num trailler onde ele fazia “XIS”. E o queijo era da colônia, e cortado a mão;
A Veraneio dos brigadianos, 1830 e o Opala manco, 1856;
Tinha uma figura que fazia uns “Dojoes” com chapas de aço no antigo cinema da Flamengo;
Outra figura é o Mário Chiclé, que desapareceu no mundo. Nem o Mandinho teve notícias dele;
O Cravasso: “Quando chegar lá na Guarda, pergunta pelo Hipogless”;
Quem lembra da figura lendária do Ipanema “O Cantor Bezerra” vivia cantando pelo Ipanema, nem sei se vive;
Aquele fliperama que tinha na esquina da Dea Coufal com a Tramandai, onde até a pouco era uma farmacia, com umas maquinas do “tempo do epa”;
Baratilho Bloss na Otelo Rosa que vendia bombinha de São João Nº 10 e custava 1 Cruzeiro e vendia bolinhas de gude (10 por 1 Cruzeiro) e as famosas ágatas e olho-de-gato;
Farmácia Gazola;
Bar Pena Verde;
Av. Tramandaí arborizada;
Desfile de Sete de Setembro;
Desfile da Primavera;
Desfile da Juventude;
Comprar pedras de Carboreto para fazer de bombinha.;
Festival Hollywod de Vela;
Av. Guaíba trancada ao trânsito de automóveis para fazer de calçadão para os pedestres nos domingos de verão;
Padre João;
A Lotérica perto do colégio;
A feirinha dos sábados;
O museu das pedras;
A fábrica do Piccollo na Av. Guaíba;
O Cleiton que foi tarol mor da banda do Odyla, presidente do Gremio estudantil, e hoje é delegado de policia;
O bar do “Seu Manoel”, Manéca para os frequentadores, na Jorge Porto que é a Rua do Turíbio;
Tinha o Juca Lanches, junto ao ponto de táxi, em frente da rotatória da Juca com Eduardo Prado. quantas vezes ao chegar de madrugada, só tinha ele e o xis da tia Nara na CRT para comer;
Os irmãos Belomé;
E as festas na casa do Dudu, eram dez carteiras de cigarro Craque espalhadas na mesa e Kraftwerk e Raulzito rolando a noite toda, na porta do quarto com o famoso “ACERTE O NARIZ DO PUNK!”;
Boate Kiwi, e as saunas: Gávea e Ilha da Fantasia;
A farmacia na Dona Amara na Gávea;
Monpettit, loterica do Beto, da corridas “pelados na praia no inverno”, em frente a Casa de Chá;
Seu Marcelino vendendo pipoca e cachorro quente no colegio;
Os pedalinhos que se locava ao lado da Taba;
As festas a fantasia do Café Ipanema;
A banda do Toco Taffarel na bateria, Gilmar no baixo e Caco belmonte na guitarra;
O bar BatNativo;
Time Portovisao, que o Pochocha criou e participava da varzea, com seu goleador, Nego Chico;
Seu Benito o sapateiro;
O ônibus Serraria que saia as cinco pras sete da esquina da Tramandai com a Osvaldo Cruz, nro. 13 (o motorista era o seu Joao) e o 134, que saia as sete horas com o “gringo”, na mesma esquina; Cortesia da Trevo!
Os primeiros taxi-lotalçao (kombis) onde o final da linha era na Jeronimo Coelho, lá no centro. Quando embarcavamos, Centro/bairro, oraganizavamos os passageiros de tal forma que a descida no bairro era sempre ordeira, para nao precisar descer todo o mundo e embarcar de novo.
A turma:
Toquinho
Edmilson
Ze do brinco
Joao Emerson Kara
Garnize
Cirton (apesar de ser do Guarujá)
Lucio e Nereu
Sadi e Solon
Toqunho e Vinicius (Vini, do Guarujá)
Os Animals (Bagre e Mula)
Jorge Mala (habitué)
Marco, Mauro, Marcia e Marçal
Leonel e Vitor
Gilton
Negao Orlando
Dalla
Renan (sempre nas bikes)
Morales
Japão (in memoriam)
Robertão
Larissão
Bar Iara
Bezerra
Adalgisa
Perna Curta (in memorian)
Ingrid
Mutuca (in memoriam)
Humberto (in memoriam)
Tiguara (in memoriam)
Gordo pata (in memoriam)
Jorge maloca (in memoriam)
Christian e Nasal
Saliva
Frotinha
Tavinho
Rafinha
Alemão
Guto
Caco & Baby
Beto e Caquinho
Pipoca
Luis Carlos (caloicross amarela e calça de nylon azul)
Rubimar
As pedaladas de caloi 10 pro marinha aos finais de semana, eram sempre doze, quinze pedalando!
Na volta, uma padaria do lado da “DISCOATE”, na Tristeza: Sanduiche com pao de xis, presunto e queijo e uma pepsi meio litro!!!
Pistinha de bicicross nos padres (Juca Batista com saida pela Eduardo Prado). As bandas de bicicleta até a Ponta Grossa…
E, por ai vai… Dinossauros de Ipanema.
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(Sempre ele, Nelson…)



